Wednesday, May 23, 2012

( Análise Crítica )

Esta infografia remonta a 2009 e a diz respeito à compra da Marvel pela Disney. A escolha desta infografia para sobre ela realizar a análise crítica recaiu no facto de considerar que é um perfeito exemplo de uma infografia de grande qualidade. Em primeiro lugar, a imagem central do Mickey e do Spiderman unidos dá já a ideia geral da informação principal, a união das duas potências. Penso que outra excelente ideia foi a escolha da divisão do fundo da infografia em cores diferentes, para mostrar bem as diferenças entre a Disney e a Marvel. O título é adequado e fácil de compreender e penso que é importante o pormenor em que a palavra "dinheiro" começa com o característico "D" da Disney e acaba com um "O" decorado com as orelhas do Rato Micjeky, já que foi a Disney quem comprou a Marvel, por 4000 milhões de dólares, como se pode ler logo abaixo. É uma infografia em que todos os elementos presentes no seu "corpo" estão bem organizados e portanto torna-se fácil de compreender e, mesmo sem ler o que está escrito, é fácil de perceber que se trata de uma comparação entre a Disney e a Marvel - olhando mais de perto, de facto é relatada a história de cada uma, o seu criador, uma pequena explicação sobre o que cada uma delas é, os seus principais negócios e a sua posição na bolsa. O texto não é demasiado extenso, no entanto está bem dividido pelas diversas partes da infografia e é de fácil compreensão. Outro pormenor relevante, enquanto elemento constituinte da infografia, é a fonte estar presente no canto inferior esquerdo, e por isso ser fácil obter ainda mais informação sobre o assunto, se necessário.

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Monday, May 21, 2012

( Pesquisa e Recolha de Exemplos )









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( Proposta de Trabalho III - Infografia / Contexto )

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( Proposta de Trabalho III - Infografia )

O objetivo principal desta infografia era conseguir não apenas divulgar informação sobre patinagem artística, mas também conseguir transmitir algumas características do desporto em si, através da escolha dos vários elementos que compõem a infografia. Assim, a escolha do tipo de letra foi desde logo muito importante, porque era necessário que esta transmitisse elegância e graça, e assim foi escolhida uma letra serifada. Outro elemento importante é a cor, e assim escolhi os tons de rosa, porque são muito utilizados nos fatos das patinadoras, mas também porque na minha opinião conseguem transmitir essa mesma ideia de elegância que era pretendida. Por fim, a decisão de deixar o fundo branco, apesar de talvez ter sido arriscada por parecer demasiado simples, deveu-se ao facto de querer fazer lembrar o gelo, e também porque em patinagem, muitas vezes "menos é mais". O boneco de uma patinadora que substitui um dos "I" no título era, inicialmente, a figura central da infografia - mas depois revelou ocupar demasiado espaço e acabou por se tornar um elemento muito mais interessante da maneira como acabou por ficar. Em termos de composição, e na tentativa de não "preencher" demasiado o espaço e simplificar ao máximo a infografia, procurei não fornecer mais informação do que a básica e necessária para compreender a patinagem artística na sua essência: um breve introdução, uma composição com três elementos obrigatórios em competição e uma caixa de texto com a mais famosa patinadora de todos os tempos.


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Sunday, April 8, 2012

( Proposta II - Análise Crítica )

A escolha desta imagem em particular, entre todas aquelas que seleccionei para a recolha fotográfica, recaiu essencialmente no facto de que penso que é uma infografia muito bem executada e original. Em primeiro lugar, representa na perfeição a forma de Itália, da Sardenha e da Sicília, reconhecíveis praticamente por qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. Em segundo lugar, penso que a escolha de cores está bem feita, já que tanto o vermelho como o verde (sobre fundo branco), para além de atrativos e quentes, fazem parte da bandeira italiana. Por fim, olhando a imagem com mais atenção, podemos ler as "qualidades" e os "defeitos" do país, e alguns, até, colocados na imagem no lugar que lhes corresponde na realidade no mapa italiano, como é o caso de "Mafia" sobre a Sicília e "good beaches, sun + sea" sobre a Sardenha. O facto de certas palavras estarem rasuradas e outras de alguma maneira evidenciadas, e também a escala de tamanhos utilizada para as várias palavras, dá uma boa ideia das características mais, ou menos, importantes. Por fim, a utilização de pequenos símbolos, por entre as palavras, contribui ainda mais para transmitir a mensagem pretendida. Em conclusão, penso que foi uma infografia extremamente bem conseguida.

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( Proposta II - Memória Descritiva I )

As escolhas feitas no decurso desta segunda proposta passaram, essencialmente, por transmitir o essencial desta crónica de Margarida Rebelo Pinto, através da construção, em linhas básicas, de uma boneca. Uma boneca porque, obviamente, a crónica trata de analogias entre as bonecas Barbie e os estereótipos que, na actualidade, "perseguem" as loiras. Não me centrei tanto na escolha do tipo de letra ou do tamanho, mas antes na construção básica de uma figura e nas suas cores, através também da utilização de elementos básicos da comunicação visual como a linha, o triângulo e o círculo.

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( Proposta II )

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( Proposta II - Notícia )

Barbie, ou talvez não

Ainda sou do tempo da Cindy, a boneca loira que antecedeu o eterno reinado da Barbie. A Cindy era magra de perna longa e peito pequeno, vestia uma camisola às riscas e jeans curtos com sabrinas.
O cabelo também era quase curto, com um corte direito ornado por uma bandolete fina e elegante. Depois, deixou crescer o cabelo e foi ficando mais feminina, embora em algumas versões aparecesse morena, de cabelo emproado, com ar de mãe dos anos 60. Tinha adereços como carro, casa, roupa, guarda-vestidos e até namorado, Paul, que sofreu uma evolução semelhante à rapaziada dos Beatles, mas sem disco de platina pelo caminho – passou do jovem bem comportado de camisola de gola alta e franja à trunfa emaranhada, pêra e bigode, com casaco fluorescente de rock star e calças justas a condizer.
Depois veio a Barbie, criada pela norte-americana Ruth Hendel, co-fundadora da Mattel, e o seu namorado Ken, quase tão famoso como ela.  A invenção da Barbie em 1959 – que já conheceu mais de 125 versões e já foi vestida por mais de 70 estilistas – mudou para sempre o conceito de beleza no mundo ocidental, tiranizando os estereótipos femininos de forma cruel e irreversível. Com a Barbie e a Marilyn Monroe as loiras ganharam a pole position e nunca mais de lá saíram.
O binómio cintura fina–peito farto em estilo ampulheta tornou-se um ícone feminino incontornável, reforçando as linhas elegantes do tempo dos espartilhos e nós, mulheres, ficámos espartilhadas neste ideal, muito mais do que os próprios homens. A ambição à perfeição física tornou-se uma obsessão e as imagens das top models nunca mais deixaram de contaminar o nosso imaginário. Ainda hoje, Elle McPherson faz campanhas onde exibe as suas pernas infinitas, a cintura de vespa e o peito firme, para gáudio das marcas que a contratam e frustração das mulheres que a invejam.
A TIRANIA da Barbie não destruiu as mulheres menos bonitas, porém muito mais interessantes, mas cristalizou o mito da loira burra, fútil, interesseira e tonta, de forma que as loiras que não o são coleccionam ao longo da sua existência insultos velados e equívocos escusados por parte de homens mais ou menos misóginos.
Não me posso esquecer de um crítico literário que escreveu num jornal visto como sério que eu conseguia boas vendas dos meus romances no Brasil porque, segundo ele, tinha um bom rabo. Esse palerma, que nunca me acompanhou numa ida à praia, certamente pensava que eu era uma Barbie da literatura, e como tal, não sabia escrever. Ou pelo menos foi isso que deu a entender nestas e noutras críticas cujo nível era semelhante, ou seja, abaixo do nível do mar.
ENTRE os efeitos colaterais que a invenção da Barbie provocou existe este – o de, à partida, não se levar uma loira a sério, a não ser que a sua atitude se imponha por si. Não é a cor de cabelo nem a copa do soutien que determinam a inteligência de uma mulher. Ou será que os homens não percebem isso? Por estas e por outras é que gosto tanto de Assunção Cristas, Estela Barbot e Teresa Caeiro.


by Margarida Rebelo Pinto, in Sol

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( Proposta II - Recolha Fotográfica )










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Thursday, March 29, 2012

( Memória Descritiva II )

Elementos básicos da comunicação visual:
  • A linha, nos candeeiros, no contorno do passeio e na própria configuração da rua;
  • A forma, arredondada, nas luzes dos candeeiros, mais perceptível à medida que se tornam mais distantes;
  • A direcção, conseguida pelo facto de a rua ser recta;
  • A cor;
  • A textura, no pavimento;
  • A escala, perceptível nos candeeiros.


Técnicas da comunicação visual:
  • O equilíbrio, conseguido através da configuração da rua;
  • A irregularidade, nas pedras do passeio;
  • A simplicidade, no ambiente;
  • A estase;
  • A exactidão;
  • A profundidade.
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( Composição Visual )

Quadrado - Capa

CD - Bolacha
O objectivo desta primeira proposta de trabalho era criar uma composição visual, adaptável a um contorno quadrado (de 12x12cm) e a um contorno circular (com diâmetro de 11,5cm), que interpretasse a música escolhida, neste caso Ouvi Dizer, dos Ornatos Violeta.
Sendo há muito tempo uma das minhas músicas preferidas, aquilo que ela me transmite é um sentimento de tristeza e solidão, de algo perdido e irrecuperável. Foi sobretudo na parte final da música (« A cidade está deserta / E alguém escreveu o teu nome em toda a parte / Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas / Em todo o lado essa palavra repetida ao expoente da loucura / Ora amarga, ora doce / Para nos lembrar que o amor é uma doença / Quando nele julgamos ver a nossa cura »), que para mim contém a sua essência, que me foquei para a realização da composição.
Assim, escolhi usar fotografia, por considerar que seria a melhor maneira de expressar a mensagem pretendida. Uma vez escolhida a foto a utilizar, utilizei os programas Photoshop e Picasa para aplicar os efeitos, mais especificamente para dar uma tonalidade azul, mais fria, à imagem, e realçar as sombras.
Na fotografia escolhida, encontram-se também presentes os seguintes elementos básicos da comunicação visual, que auxiliaram na transmissão da mensagem que se pretendia passar:
  • A linha, presente na fachada dos edifícios, na configuração das suas janelas e das  suas portas, no contorno do passeio e na própria rua, paralela, estreita e recta;
  • A forma, neste caso o quadrado e o rectângulo, presente nas janelas e portas dos edifícios;
  • A direcção, proporcionada pelo facto de a rua ser recta, o que nos indica que devemos seguir em frente;
  • O tom, que varia na fotografia, sendo que o plano mais próximo se encontra mais escurecido do que o plano mais longínquo, o que parece indicar, mais uma vez, que é necessário seguir em frente, e que dá também a ideia de perspectiva;
  • A cor, fria, que, tal como já foi referido anteriormente, tinha o objectivo de tornar a fotografia mais sombria e transmitir a ideia de solidão;
  • A escala, naturalmente conseguida através do ângulo da foto.
No que respeita às técnicas da comunicação visual, foram utilizadas:
  • A regularidade, verificada sobretudo na organização da fachada do edifício do lado esquerdo, nas janelas e portas;
  • estase, conseguida através da figura do rapaz e da total calma da rua;
  • O ênfase, dado à figura humana, que procura atrair a atenção enquanto personagem principal da composição;
  • A exactidão, transmitida naturalmente pela fotografia em si, que é realista;
  • A profundidade, conseguida através do ângulo da fotografia, que nos dá uma noção de perspectiva.
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( Recolha Fotográfica )

Próprias:





Retiradas da internet:




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( Ouvi Dizer - Videoclip )


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Sunday, March 4, 2012

Ouvi Dizer by Ornatos Violeta

« Ouvi dizer que o nosso amor acabou.
Pois eu não tive a noção do seu fim!
Pelo que eu já tentei,
Eu não vou vê-lo em mim:
Se eu não tive a noção de ver nascer um homem.
E ao que eu vejo,
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi!
E eu fiquei com tanto para dar!
E agora
Não vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva!
E pudesse eu pagar de outra forma!

Ouvi dizer que o mundo acaba amanhã,
E eu tinha tantos planos pra depois!
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós;
Sem tirar das palavras seu cruel sentido!
Sobre a razão estar cega:
Resta-me apenas uma razão,
Um dia vais ser tu
E um homem como tu;
Como eu não fui;
Um dia vou-te ouvir dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma!
Sei que um dia vais dizer:
E pudesse eu pagar de outra forma!

A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! Ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura! »